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A Travessia do Mar Vermelho e os Achados da Arqueologia

Enviado por on 12/04/2012 – 11:26nenhum comentário

Vista do Mar Vermelho

O sétimo dia de Pêssach comemora o milagre da “Abertura do mar Vermelho”, quando o mar se abriu permitindo a passagem de todo o povo judeu e salvando-o definitivamente da escravidão do Egito.

A rota mais curta dos filhos de Israel para a terra Prometida teria sido através do país dos filisteus, mas isto teria envolvido o povo numa guerra contra os filisteus e talvez os filhos de Israel, que haviam acabado de se livrar de séculos de escravidão, não estivessem suficientemente fortes para lutarem como homens livres; poderiam resolver pela volta ao Egito, para não enfrentarem uma guerra sangrenta. Por isso, D’us levou-os por um caminho através do deserto em direção ao Mar Vermelho.

A arqueologia tem sido a maior amiga dos historiadores e estudiosos bíblicos na procura de locais e objetos que possam evidenciar o trajeto dos hebreus.

No último século arqueólogos redescobriram evidências sobre a escravidão dos hebreus, as pragas e a fuga do Egito.

Outra evidência da passagem dos hebreus pelo Egito foi a descoberta do Vale das Inscrições (Wadi Mukattab) na Península do Sinai.

Uma das inscrições feitas por hebreus descreve com detalhes a fuga pelo Mar Vermelho. As inscrições foram feitas em hebraico antigo em pedras e arqueólogos e pesquisadores ainda não sabem dizer quem são seus autores. Há também hieroglifos egípcios a respeito das minas de turqueza da região de Serabit El Khadim, inscrições de mineiros Canaanitas e Nabateanos, em grego, latim e árabe ao longo do vale.

O explorador Charles Forster publicou estes achados em seu livro "Sinai Photographed" em 1862. Ele concluiu que estas inscrições eram uma combinação de alfabetos hebreus e egípcios que descrevem o êxodo.

A mais recente descoberta sobre a passagem dos hebreus no Egito foi apresentada em 2003 quando 2 arqueólogos israelitas concluíram estudos dos anos 30 na parte ocidental do Nilo onde a Universidade do Instituto Oriental de Chicago estava fazendo escavações em Medinet Habu, área do sul da necrópole de Tebas. Arqueólogos descobriram evidências de algumas cabanas semelhantes às casas de 4 quartos predominantes na Palestina durante toda a Idade do Ferro (1200-586 A.C.).

Fontes: Chabad, Jornal Discovery Times, Mundo Estranho, Arqueologia Bíblica

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